Espetáculos
A Margem
26th ago 2010Posted in: Espetáculos 0
A Margem

Espetáculo de Teatro Gestual que utiliza as linguagens do clown, bufão, cinema, teatro de animação e sombras para mostrar com humor, poesia e contundência o universo de dois moradores de rua que reinventam seu cotidiano em uma relação criativa com o mundo, vivendo situações que vão do grotesco ao lírico. Os conflitos entre a afetividade e os instintos trazem à tona as fragilidades da natureza humana.

Ficha Técnica

Direção: Luís Igreja Roteiro: Ademir de Souza, Luís Igreja e Tania Gollnick Assistência de direção e produção: Ana Carina Elenco: Ademir de Souza e Tania Gollnick Iluminação: Luís Igreja Maquiagem e caracterização: Ademir de Souza e Tania Gollnick Objetos e Adereços: Ademir de Souza Trilha Original: Antônio Paoli.

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O que se disse sobre A Margem

“Tive o prazer de assistir o espetáculo A Margem, quando de sua passagem pelo Rio de Janeiro. É de uma força dramática e humana só comparável a Esperando Godot, do Beckett, e é melhor.

A caracterização, a representação dos dois atores é tão forte que a gente fica sem saber se são masculinos ou femininos, e não importa: é a humanidade em franca decomposição. Imperdível.”

Chico Caruso

Chargista e autor e ator teatral bissexto


Aviso aos navegantes!

“A MARGEM é uma experiência estética que corre na contra-mão dos modismos instaurados pela banalização das artes do clown e do bufão. Com um roteiro (sem palavras, mas com com visibilidade simbólica contudente e, paradoxalmente,emergindo da invisibilidade da comunicação cênica) ancorado em discussões políticas contemporâneas sobre o lugar daqueles seres (vagabundos e nômades) que ficam à margem do social nas sociedades capitalistas.

A linguagem cênica se impõe pela técnica e domínio de linguagem que mescla cinema, objetos, bonecos, adereços, música, corpo, gesto, movimento e teatralidade, conformando uma atmosfera onde o lírico, o grotesco e a poesia atraem os espectadores para um contato ao mesmo tempo de paixão e reflexão.

Deve ser visto e revisto por todo aquele cidadão espectador que tem vontade e prazer de estar em um mundo que está necessitando urgentemente de grandes transformações a partir dos valores mais simples da condição humana. É bom que dói!”

Sidnei Cruz
Dramaturgo, Diretor e Gestor Cultural.

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