Espetáculos
Grand Circo Sem Lona de Um Homem Só
23rd ago 2010Posted in: Espetáculos 0
Grand Circo Sem Lona de Um Homem Só

Espetáculo solo de circo e teatro de Luís Igreja, com grande força popular, dirigido por Márcio Libar. O roteiro, com números onde o ator/palhaço dá vida a personagens do universo circense, cria condições para que o ator encontre no público o seu coadjuvante.

Luís Igreja, integrante da Companhia do Gesto, desde 1989, e seu diretor desde 2002, encontra em seu Palhaço Bem Te Vi um meio franco – e sem limites – de comunicação.

Apresentado em palcos convencionais, praças, ruas, feiras, enfermarias de hospitais, asilos, creches, escolas, universidades, festas, eventos, shoppings, favelas, catedrais, barcas, ou em qualquer outro espaço onde o ator esteja frente à frente a seu público, o espetáculo ganhou larga experiência quando Igreja decidiu testar ao limite as possibilidades de comunicação e partiu para o que chamou de “2001 – uma odisséia na Terra”. Iniciando pelos EUA, o espetáculo foi apresentado na Alemanha, França, Índia e China – nos mais diversos idiomas ou apenas corporalmente quando as palavras não eram suficientes para estabelecer comunicação.

“Crio em cena um mundo menos violento, mais simples, feliz … Entrando em cena desarmado, acabo desarmando a quem me assiste” (Luís Igreja)

Da Direção

“Grand Circo sem lona de um Homem só” é um espetáculo com uma estrutura de jogo muito simples: um ator/palhaço com suas duas malas na mão, diante de uma platéia convidada à participar de seu jogo teatral

Porém, não é nada simples o fato de um só ator partir para encarar esse tipo de desafio, pois não se trata apenas de fazer uma apresentação do espetáculo naquele dia. É um percurso que traça para o longo de sua vida, é a profissão sendo levada como
ofício, e foi esse nível de comprometimento do Luís, que me conquistou para esse projeto.

À partir daí, buscamos sempre o total estado de sinceridade e honestidade diante do público, a tranqüilidade e a busca do conforto na relação de olhar com o espectador, o tempo justo e preciso da gag, mas acima de tudo procuramos cada vez mais libertar no ator a sua capacidade técnica de “pagar o mico”, de se expor ao máximo em seu ridículo, sem medo de ser feliz ou infeliz.

Um bom divertimento a todos.
(Márcio Libar)

Ficha Técnica

Direção Márcio Libar; Roteiro e elenco Luís Igreja; Assistência de Cena e operação de som Ana Carina.

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